Implantes

Implante com cirurgia guiada: a cirurgia acontece no computador antes de acontecer em você.

Dra. Marcia Filgueiras Rodrigues 18 de setembro de 2026 8 min de leitura

Existe uma diferença grande entre colocar um implante e planejar um implante. Nas duas situações o paciente senta na cadeira e sai com o parafuso instalado. A diferença aparece anos depois — na prótese que encaixa certo, na gengiva que se mantém saudável, no implante que ninguém precisa refazer.

A cirurgia guiada é o nome dessa diferença. E a frase que melhor a explica é esta: a cirurgia acontece primeiro no computador. Quando chega a hora de operar, a decisão difícil já foi tomada.

Como funciona, na prática

1. Tomografia. Não é a radiografia comum. A tomografia mostra o osso em três dimensões: altura, espessura, densidade, e onde passa o nervo. É ela que revela se há osso e onde exatamente ele está.

2. Escaneamento da boca. O formato dos dentes e da gengiva entra no computador e se sobrepõe à imagem do osso. Agora existe uma cópia digital fiel da sua boca, por dentro e por fora.

3. O planejamento. Aqui está o coração do método. No software, decide-se a posição de cada implante pensando na prótese que vai por cima — e não só no osso que existe. É a inversão que muda tudo: começa-se pelo dente que o paciente quer ter, e volta-se até o parafuso.

4. O guia. Do planejamento sai uma peça impressa que se encaixa na boca com furos na posição exata calculada. A fresa passa por ali e não tem para onde desviar.

"O guia não substitui o cirurgião. Ele transfere para a boca a decisão que o cirurgião tomou com calma, olhando a tomografia, e não no meio da cirurgia com o relógio correndo."

— Dra. Marcia Filgueiras Rodrigues, CRO-RJ 22.194

Quando faz diferença de verdade

"É aquela cirurgia sem corte?"

Às vezes sim. Quando há osso e gengiva suficientes, o guia permite instalar o implante através de uma pequena perfuração na gengiva, sem afastar o tecido e sem pontos. O pós-operatório é notávelmente mais tranquilo.

Mas é preciso honestidade: nem todo caso permite. Quando falta osso, ou quando é preciso ajustar a gengiva para o resultado ficar bonito, abrir é o certo a fazer. Prometer "sem corte" antes de ver a tomografia é promessa de folheto, não de planejamento.

E o repouso?

De dois a três dias de atividade reduzida cobrem a maioria dos casos, com a rotina normal voltando na primeira semana. Esforço pesado, academia e sol forte ficam de fora por cerca de sete dias. Falamos em detalhe sobre isso em implante dói? como é a recuperação.

3D
A tomografia mostra altura, espessura e onde passa o nervo
2-3
Dias de atividade reduzida na maioria dos casos
1
Implante bem planejado se faz uma vez

Quer saber se o seu caso permite cirurgia guiada? Começa com uma avaliação e uma tomografia.

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Planejamento antes do parafuso — no Centro de Cabo Frio

Quem chega aqui ouvindo que "não tem osso" ou que "o caso é difícil demais" costuma sair com outra conversa: a de quem olhou a tomografia com calma. O exame de imagem é feito na própria clínica, e quem planeja é quem opera.

Na Policlínica Dentária de Cabo Frio, o exame é completo, a radiografia é feita na própria clínica e quem avalia é o dono. Há 30 anos, o Dr. José Ricardo (CRO-RJ 22193) e a Dra. Marcia (CRO-RJ 22.194) atendem pessoalmente na Rua Raul Veiga 409, loja 05, Centro de Cabo Frio, os pacientes de Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia e região.

WhatsApp (22) 98812-2812. Tudo começa numa mordida da maçã.

M
Dra. Marcia Filgueiras Rodrigues Cirurgiã-Dentista · CRO-RJ 22.194 · 30 anos de ofício em Cabo Frio

Co-fundadora da Policlínica Dentária de Cabo Frio em 1998, junto com o Dr. José Ricardo. Atua em implantes, próteses e reabilitação oral.