Tecnologia

Laser na odontologia: luz que trata. E luz que é só marketing.

Dr. José Ricardo Noronha Rodrigues 2 de outubro de 2026 7 min de leitura

A palavra "laser" vende. Aparece em anúncio de clareamento, de tratamento "sem dor", de procedimento "sem corte". Parte disso é verdade, e parte é marketing. Para quem está do lado de cá da cadeira, a pergunta útil é uma só: no meu caso, o laser muda alguma coisa?

Para que serve o laser na odontologia?

"Laser" não é um aparelho só. Na odontologia, eles se dividem em dois grandes grupos, que fazem coisas completamente diferentes:

1. Laser de alta potência, o que corta. Funciona como um bisturi de luz: corta, remove e remodela tecido mole com pouco sangramento. Aparece em procedimentos estéticos e cirúrgicos da gengiva, como plástica gengival e frenectomia (o "freio" da língua ou do lábio).

2. Laser de baixa potência, o que trata. Também chamado de laserterapia ou fotobiomodulação. Ele não corta nem esquenta o tecido: a luz estimula as células a reduzir a inflamação e a acelerar o reparo. É usado como apoio em:

"O laser é um ótimo coadjuvante. Ele acelera o que o tratamento faz. Ele não faz o tratamento sozinho."

— Policlínica Dentária de Cabo Frio

Quanto tempo dura o efeito da laserterapia?

Depende do que está sendo tratado. O alívio da dor costuma aparecer logo depois da sessão ou nas horas seguintes. Já o efeito na cicatrização é acumulativo, e por isso o tratamento normalmente tem várias sessões, espaçadas em dias. Em afta e herpes, a melhora costuma ser percebida em um ou dois dias. Em dor muscular crônica, o laser entra como parte de um plano mais longo.

Quais os riscos do tratamento a laser?

Feito por profissional treinado e com o aparelho certo, é um procedimento seguro. Os cuidados que fazem diferença:

Qual é o protocolo de laser na odontologia?

Não existe um protocolo único. Cada indicação tem a sua dose, o seu número de pontos, o seu tempo de aplicação e o seu número de sessões. Desconfie de pacotes prontos vendidos antes de alguém examinar a sua boca. A ordem certa é a de sempre: diagnóstico primeiro, tecnologia depois.

E o clareamento a laser?

Aqui mora o maior mal-entendido. No clareamento de consultório, quem clareia é o gel. A luz ou o laser entram, em algumas técnicas, para ativar e acelerar a reação. O resultado depende principalmente do gel, da concentração usada e do controle da sensibilidade, e não da luz sozinha. Na Policlínica, o clareamento de consultório é feito com essa tecnologia e com acompanhamento, como explicamos em clareamento de consultório ou caseiro.

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Grandes tipos: o que corta e o que trata
100%
Das aplicações com óculos de proteção
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Diagnóstico. A tecnologia vem depois

Quer saber se o laser ajuda no seu caso? Na avaliação a gente responde com honestidade, inclusive quando a resposta é não.

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Na Policlínica Dentária de Cabo Frio, o exame é completo, a radiografia é feita na própria clínica e quem avalia é o dono. Há 30 anos, o Dr. José Ricardo (CRO-RJ 22193) e a Dra. Marcia (CRO-RJ 22.194) atendem pessoalmente na Rua Raul Veiga 409, loja 05, Centro de Cabo Frio, os pacientes de Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia e região.

WhatsApp (22) 98812-2812. Tecnologia boa é a que tem indicação.

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Dr. José Ricardo Noronha Rodrigues Cirurgião-Dentista · CRO-RJ 22193 · 30 anos de ofício em Cabo Frio

Co-fundador da Policlínica Dentária de Cabo Frio em 1998, junto com a Dra. Marcia. Atua em clínica geral, urgências e reabilitação do sorriso.